Cientista Brasileira Investiga O Espaço Há 20 Anos Pela

30 Mar 2019 22:12
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<h1>Cientista Brasileira Investiga O Espa&ccedil;o H&aacute; vinte Anos Pela Nasa: Conhe&ccedil;a Suas Descobertas</h1>

<p>Em entrevista ao Vix, Du&iacute;lia contou que trabalha no projeto do telesc&oacute;pio Hubble da Nasa e assim como &eacute; professora e vice-reitora da Escola Cat&oacute;lica de Washington (EUA). Ela obteve a honra de ser considerada “uma das 10 mulheres que mudam o Brasil”, na Escola de Columbia (Estados unidos). Apesar das credenciais internacionais, Du&iacute;lia conhece bem o mundo acad&ecirc;mico brasileiro. Ela se formou em 1985 em Astronomia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), realizou mestrado no Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) e fez doutorado na USP.</p>

<p>Mesmo viajando por muitos pa&iacute;ses, ela mant&eacute;m robusto contato com cientistas brasileiros. Considera o caso de a Na&ccedil;&atilde;o Astron&ocirc;mica Brasileira revelar com cerca de 700 astr&ocirc;nomos um prazeroso sinal, “mas que poderia ser ainda maior”, comentou a cientista. A descoberta da supernova 1997-D por Du&iacute;lia foi alguma coisa s&uacute;bito. Ela estava no Observat&oacute;rio Interamericano Cerro Tololo, no Chile, vendo imagens captadas pelo telesc&oacute;pio do Observat&oacute;rio Europeu do Sul (ESO), em janeiro de 1997, pouco antes de ela come&ccedil;ar a trabalhar pela Nasa. Veja Coisas N&atilde;o-acad&ecirc;micas Antes De Escolher Sua Faculdade /p&gt;
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<p>Analisando as estrelas da gal&aacute;xia NGC1536, ela percebeu que havia uma ‘intrusa’ ali no meio. Foi desse modo que descobriu: aquilo era uma supernova, uma estrela em seu est&aacute;gio t&eacute;rmino. “Ela tinha explodido h&aacute; 53 milh&otilde;es de anos-luz”, citou a brasileira. “Fui simplesmente guiada pela minha curiosidade. Num campo com um conjunto de estrelas, vi que tinha uma a mais. Usei um aparelho em cima desta estrela e percebi que ela tinha acabado de explodir por conta das propriedades da composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica”, relembrou.</p>

<p>Depois disso, a equipe ordenou um telegrama para a Uni&atilde;o Astron&ocirc;mica Internacional (IAU), que detalha: “A 1997D &eacute; uma supernova caracter&iacute;stico, com 100 dias de cria&ccedil;&atilde;o no m&aacute;ximo. Seu espectro cont&eacute;m uma abund&acirc;ncia de linhas sobrepostas em vermelho”. Em seguida disso, em meados de 1997, Du&iacute;lia entrou pra Nasa e come&ccedil;ou a cursar p&oacute;s-doutorado no projeto do telesc&oacute;pio Hubble.</p>

<p>Foi com o telesc&oacute;pio Hubble que o diretor Bob Williams revelou pela primeira vez o campo profundo: trecho considerado ‘vazio’ do espa&ccedil;o que, na realidade, continha mais de 3 mil gal&aacute;xias. O consequ&ecirc;ncia foi uma das imagens mais impressionantes do s&eacute;culo passado: ap&oacute;s fixar a c&acirc;mera por dezenas de horas em dire&ccedil;&atilde;o ao hemisf&eacute;rio norte, o Hubble captou milhares de corpos celestes h&aacute; 3,cinco bilh&otilde;es de anos.</p>

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<li>3 Avalia&ccedil;&atilde;o Trienal 3.Um Caracter&iacute;sticas</li>
<li>Prefeitura de Bragan&ccedil;a Paulista</li>
<li>Cotistas com 57 a 59 anos</li>
<li>08/06/dez 17:Trinta e seis - Maria Harley</li>
<li>Inicialmente, todas as institui&ccedil;&otilde;es s&atilde;o cadastradas como faculdades</li>
<li>09299P - TE ED: Leituras e estudos de Michel Foucault</li>
<li>4 A compreens&atilde;o e a Inova&ccedil;&atilde;o</li>
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<p>Animado com a interessante descoberta, Williams decidiu que era hora de apontar o Hubble para outra extremidade, o hemisf&eacute;rio sul, em busca de algumas imagens do espa&ccedil;o. No momento em que soube do projeto, Du&iacute;lia viu a oportunidade de participar. “Mandei um e-mail pro Williams e falei: ‘por ser brasileira, quer dizer, &uacute;nica representante do hemisf&eacute;rio sul por aqui pela Nasa, queria muito participar nesse projeto’. Livro “O Assalto Do Enem” Merece Cair Pela Prova : ‘Bem-vinda’”.</p>

<p>Pra essa an&aacute;lise, as M&iacute;dia social LinkedIn Lan&ccedil;a Plataforma De Cursos Online Em Portugu&ecirc;s do telesc&oacute;pio foram potencializadas, e os cientistas puderam constatar gal&aacute;xias a uma dist&acirc;ncia de doze bilh&otilde;es de anos-ilumina&ccedil;&atilde;o. “As cores do hemisf&eacute;rio sul s&atilde;o diferentes, pelo motivo de declaram propriedades diferentes”, explicou Du&iacute;lia. Foi a partir dessa observa&ccedil;&atilde;o que os cientistas encontraram a vida de um quasar, ou melhor, um material quase estelar que emite 1.000 vezes mais luminosidade que uma gal&aacute;xia inteira.</p>

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<p>Quando descobriu a viv&ecirc;ncia de estrelas &oacute;rf&atilde;s (bolhas azuis), em 2008, Du&iacute;lia neste momento tinha uma trajet&oacute;ria not&aacute;vel. Em 1999, foi para o Observat&oacute;rio Espacial Onsala, pela Su&eacute;cia, onde se casou com um astr&ocirc;nomo. Ficou por l&aacute; at&eacute; 2002, at&eacute; receber convite da Nasa pra trabalhar com imagens ultravioleta extra&iacute;das por 3 telesc&oacute;pios (incluindo o Hubble) de campos ultraprofundos, o GOODS (sigla em ingl&ecirc;s de Extenso Observat&oacute;rio de Origens de Pesquisas Profundas).</p>

<p>“Naquele tempo, a &aacute;rea captada pelo telesc&oacute;pio aumentou bastante e de imediato come&ccedil;ava a se expor da subsist&ecirc;ncia de quinze mil gal&aacute;xias”, ilustrou Du&iacute;lia. As an&aacute;lises do GOODS permitiram fazer estat&iacute;sticas de supernovas e explos&otilde;es de estrelas, auxiliando a provar a suposi&ccedil;&atilde;o de que o mundo est&aacute; periodicamente em expans&atilde;o. A experi&ecirc;ncia de Du&iacute;lia de Mello com observa&ccedil;&otilde;es de imagens ultravioletas foi interessante para desvendar os “aglomerados azuis brilhantes de estrelas”, ou melhor, as bolhas azuis.</p>

<p>Para essa finalidade, ela contou com a colabora&ccedil;&atilde;o de Claudia Mendes de Oliveira, do Instituto de Astronomia, Geof&iacute;sica e Ci&ecirc;ncias Atmosf&eacute;ricas da Escola de S&atilde;o Paulo (USP). “H&aacute; regi&otilde;es pequenininhas pela cauda de gal&aacute;xias em colis&atilde;o que geram um efeito-mar&eacute;, em que a gravidade faz com que a gal&aacute;xia fique meio distorcida”, explica Du&iacute;lia.</p>

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